Os investimentos feitos pelo Grupo EBX na região continuam a dominar a pauta de debates: o corredor logístico que irá atender ao Porto do Açu vai ser novamente abordado em reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável (Comudes) de Campos, no dia 27 de junho.
A presidente do Comudes, Rosinha Garotinho, destacou a necessidade de parcerias e revisão do Plano Diretor
A Prefeita Rosinha Garotinho, que preside o Comudes, envolvendo representantes da sociedade civil organizada, disse que o momento é o de discussão dos impactos do corredor logístico da LLX. “Precisamos conhecer, acompanhar o projeto do Corredor Logístico, que praticamente é todo em Campos. Temos de discutir o assunto, porque já conseguimos mudar seu traçado, mas precisamos repensar todo o município, o que implica na revisão do Plano Diretor”, destacou a prefeita.
Na reunião do Comudes, realizada nesta segunda-feira (30/05), a prefeita falou que vários projetos estão sendo implementados para Campos, como um hipermercado do Grupo Carrefour, outro Wallmart, quatro hotéis do Grupo Barra Flat, entre outros, quando observou a necessidade da revisão do Plano Diretor:
- Precisamos pensar a cidade para os próximos 30 anos e, para isso, estamos fazendo o planejamento viário, o que vai requerer audiências públicas para a revisão do Plano Diretor. A necessidade é real, pois teremos um tráfego de 100 mil caminhões pelo Corredor Logístico, 600 vagões pela ferrovia. Temos de acompanhar o planejamento do Corredor Logístico, pois vamos precisar de um viaduto, porque não podemos deixar a BR 101 parar, nem as estradas vicinais. Não podemos deixar o escoamento da produção leiteira, agrícola e das cerâmicas prejudicado, os produtores sem terra, como ocorreu em São João da Barra. Queremos participar dessa discussão, apontando as alternativas.
(02/06/2011)
Fonte: http://redenoticias.net.br
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
Ternium quer mão-de-obra qualificada de Campos
A siderúrgica ítalo-argentina Ternium quer aproveitar a formação de mão-de-obra qualificada por Campos dos Goytacazes para a unidade de produção de aços e derivados que irá instalar no Distrito Industrial de São João da Barra.
Representantes da Ternium se reuniram na terça-feira (17/5) com a prefeita Rosinha Garotinho e o vice-prefeito Doutor Chicão, quando apresentou suas propostas para a região e a importância da participação do pólo de qualificação profissional existente em Campos para a formação da mão-de-obra necessária para a siderúrgica que irá montar, dentro do conceito estratégico do Porto do Açu.
A prefeita Rosinha, por sua vez, ressaltou as ações implementadas no município no que se refere à infraestrutura, emprego e desenvolvimento. A prefeita ainda destacou a importância do comprometimento com a capacitação de funcionários pelas novas empresas atraídas pelo Superporto do Açu e o Complexo Logístico Farol-Barra do Furado, entre Campos e Quissamã. Segundo ela, apesar de Campos ser um pólo universitário, em que 30 mil dos estudantes não são de Campos, a maior demanda é de mão de obra técnica e é preciso que as empresas entendam a qualificação como responsabilidade social. “O governo de Campos se preocupa muito em fazer a região e a cidade crescer, mas de forma organizada”, assinalou Rosinha.
A siderúrgica vai gerar, em sua primeira etapa, mil empregos com um investimento de US$ 5 bilhões. A previsão é que entre em funcionamento em 2014 e que, em 10 anos, com a conclusão do empreendimento, num espaço de 1.389 hectares, sejam gerados seis mil empregos diretos e indiretos. As obras serão iniciadas no segundo semestre deste ano e serão realizadas em quatro etapas. Segundo o executivo da Ternium, Sergio Putini, a prioridade é absorver a mão de obra local. “Nossa preocupação é com a comunidade. A Ternium vai gerar empregos e atrair outras empresas para a região, mas é preciso planejamento”, destacou Sergio.
Fonte:http://redenoticias.net.br
Representantes da Ternium se reuniram na terça-feira (17/5) com a prefeita Rosinha Garotinho e o vice-prefeito Doutor Chicão, quando apresentou suas propostas para a região e a importância da participação do pólo de qualificação profissional existente em Campos para a formação da mão-de-obra necessária para a siderúrgica que irá montar, dentro do conceito estratégico do Porto do Açu.
A prefeita Rosinha, por sua vez, ressaltou as ações implementadas no município no que se refere à infraestrutura, emprego e desenvolvimento. A prefeita ainda destacou a importância do comprometimento com a capacitação de funcionários pelas novas empresas atraídas pelo Superporto do Açu e o Complexo Logístico Farol-Barra do Furado, entre Campos e Quissamã. Segundo ela, apesar de Campos ser um pólo universitário, em que 30 mil dos estudantes não são de Campos, a maior demanda é de mão de obra técnica e é preciso que as empresas entendam a qualificação como responsabilidade social. “O governo de Campos se preocupa muito em fazer a região e a cidade crescer, mas de forma organizada”, assinalou Rosinha.
A siderúrgica vai gerar, em sua primeira etapa, mil empregos com um investimento de US$ 5 bilhões. A previsão é que entre em funcionamento em 2014 e que, em 10 anos, com a conclusão do empreendimento, num espaço de 1.389 hectares, sejam gerados seis mil empregos diretos e indiretos. As obras serão iniciadas no segundo semestre deste ano e serão realizadas em quatro etapas. Segundo o executivo da Ternium, Sergio Putini, a prioridade é absorver a mão de obra local. “Nossa preocupação é com a comunidade. A Ternium vai gerar empregos e atrair outras empresas para a região, mas é preciso planejamento”, destacou Sergio.
Fonte:http://redenoticias.net.br
Firjan destaca investimentos em Macaé nos próximos dois anos
O estudo Decisão Rio 2011-2013 elaborado pela Firjan apresenta a região produtora de petróleo ainda como o grande motor da economia fluminense. O estudo da Decisão Rio aponta que a Petrobras investirá cerca de R$ 107, 9 bilhões durante esses três anos, o que corresponde a 59, 5% do total de recursos públicos e privados que serão aplicados somente no Rio de Janeiro.
O Decisão Rio 2011-2013 apresenta a projeção da marca dos R$ 181 bilhões de investimentos totais no estado, colocando o Rio de Janeiro em evidência no cenário nacional e internacional. Por sediar as principais operações da Petrobras no estado, Macaé será foco dos principais investimentos, aponta o presidente da Comissão da Firjan de Macaé, Francisco Navega.
Atuação da Petrobras induz fortalecimento do pólo industrial
- Esses recursos representam que as empresas do ramo offshore voltaram a investir em Macaé. Os investimentos anunciados pela estatal representam evoluções no processo de exploração do petróleo nas camadas do pós-sal, o que beneficia diretamente a economia do nosso município – assinala Navega.
A reboque desses investimentos anunciados pela Petrobras estará também o desenvolvimento de projetos de expansão de companhias já consolidadas na indústria do petróleo macaense, que aumentam a sua participação do setor offshore.
Navega destaca que Macaé possui a maior base no mundo da Schlumberger, e esse crescimento vem sendo aplicado também na base de empresas do segmento offshore como a Noble, Baker, entre outras. “Além disso, novas companhias chegam à cidade com a possibilidade concreta de crescimento”, afirmou Navega.
De acordo com o presidente da Comissão da Firjan em Macaé, os investimentos atuais no setor de exploração do petróleo serão capazes de gerar recursos suficientes para expandir um outro setor apontado como o futuro da atividade offshore no país: a exploração do pré-sal. Em função disso, o município será foco de novos investimentos que não foram discriminados pelo estudo do Decisão Rio 2011-2013, porém considerado como “projeções potenciais”. “Todos esses recursos são apenas para o pós-sal. O pré-sal em nossa região ainda acontece de forma tímida. Afirmo que Macaé pagará a conta da exploração dessas novas camadas e isso será positivo para o nosso setor empresarial”, garantiu Navega.
Fonte:http://redenoticias.net.br
O Decisão Rio 2011-2013 apresenta a projeção da marca dos R$ 181 bilhões de investimentos totais no estado, colocando o Rio de Janeiro em evidência no cenário nacional e internacional. Por sediar as principais operações da Petrobras no estado, Macaé será foco dos principais investimentos, aponta o presidente da Comissão da Firjan de Macaé, Francisco Navega.
Atuação da Petrobras induz fortalecimento do pólo industrial
- Esses recursos representam que as empresas do ramo offshore voltaram a investir em Macaé. Os investimentos anunciados pela estatal representam evoluções no processo de exploração do petróleo nas camadas do pós-sal, o que beneficia diretamente a economia do nosso município – assinala Navega.
A reboque desses investimentos anunciados pela Petrobras estará também o desenvolvimento de projetos de expansão de companhias já consolidadas na indústria do petróleo macaense, que aumentam a sua participação do setor offshore.
Navega destaca que Macaé possui a maior base no mundo da Schlumberger, e esse crescimento vem sendo aplicado também na base de empresas do segmento offshore como a Noble, Baker, entre outras. “Além disso, novas companhias chegam à cidade com a possibilidade concreta de crescimento”, afirmou Navega.
De acordo com o presidente da Comissão da Firjan em Macaé, os investimentos atuais no setor de exploração do petróleo serão capazes de gerar recursos suficientes para expandir um outro setor apontado como o futuro da atividade offshore no país: a exploração do pré-sal. Em função disso, o município será foco de novos investimentos que não foram discriminados pelo estudo do Decisão Rio 2011-2013, porém considerado como “projeções potenciais”. “Todos esses recursos são apenas para o pós-sal. O pré-sal em nossa região ainda acontece de forma tímida. Afirmo que Macaé pagará a conta da exploração dessas novas camadas e isso será positivo para o nosso setor empresarial”, garantiu Navega.
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terça-feira, 22 de março de 2011
Petrobras investe R$ 1,4 bi em pesquisa .
Estatal faz parceria com centros de pesquisa para desenvolver tecnologia para pré-sal e preparar fornecedores
Objetivo é resolver gargalos tecnológicos e promover a fabricação local de componentes atualmente importados
A Petrobras deve investir R$ 1,4 bilhão até 2014 em parcerias com universidades e centros de pesquisas para desenvolver tecnologias para o pré-sal e para a cadeia de fornecedores da estatal.
A ideia é retirar os gargalos tecnológicos que existem no país e promover a fabricação local de componentes, hoje importados, e de novos equipamentos adaptados às condições das novas reservas.
Em entrevista à Folha, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que fomenta uma rede de mais de 70 laboratórios em universidades, "com o melhor nível de qualificação e capacidade computacional".
Um dos objetivos, diz, é dar condições ao avanço do conteúdo nacional nas encomendas da empresa.
Atualmente, 65% dos bens e serviços são contratados no país. Gabrielli diz que, em projetos inovadores da estatal, como nas sondas de perfuração licitadas para o estaleiro Atlântico Sul, a exigência de nacionalização inicial é menor -de 55%.
Mas o objetivo, afirma, é gradualmente elevar esse percentual nas últimas unidades a serem entregues.
"Por isso, simplificamos nossos projetos e estamos oferecendo, em alguns casos, contratos no atacado, em grande volume, como as sondas e oito cascos de FPSO's [navios-plataforma de produção e armazenamento de óleo] encomendados ao estaleiro Rio Grande."
Veja reportagem completa em: http://www.portosenavios.com.b
Objetivo é resolver gargalos tecnológicos e promover a fabricação local de componentes atualmente importados
A Petrobras deve investir R$ 1,4 bilhão até 2014 em parcerias com universidades e centros de pesquisas para desenvolver tecnologias para o pré-sal e para a cadeia de fornecedores da estatal.
A ideia é retirar os gargalos tecnológicos que existem no país e promover a fabricação local de componentes, hoje importados, e de novos equipamentos adaptados às condições das novas reservas.
Em entrevista à Folha, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que fomenta uma rede de mais de 70 laboratórios em universidades, "com o melhor nível de qualificação e capacidade computacional".
Um dos objetivos, diz, é dar condições ao avanço do conteúdo nacional nas encomendas da empresa.
Atualmente, 65% dos bens e serviços são contratados no país. Gabrielli diz que, em projetos inovadores da estatal, como nas sondas de perfuração licitadas para o estaleiro Atlântico Sul, a exigência de nacionalização inicial é menor -de 55%.
Mas o objetivo, afirma, é gradualmente elevar esse percentual nas últimas unidades a serem entregues.
"Por isso, simplificamos nossos projetos e estamos oferecendo, em alguns casos, contratos no atacado, em grande volume, como as sondas e oito cascos de FPSO's [navios-plataforma de produção e armazenamento de óleo] encomendados ao estaleiro Rio Grande."
Veja reportagem completa em: http://www.portosenavios.com.b
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